A engenharia do crédito estruturado, explicada
Análises técnicas sobre estruturação de FIDCs, securitização, subordinação e teses de crédito alternativo — escritas por quem monta operações, para quem decide.
O que muda quando o lastro é judicial, inadimplido ou de empresa em recuperação — e por que a CVM 175 migrou o tratamento do fundo para a classe de cotas.
Etapas, prestadores, custos e prazos para estruturar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios sob a RCVM 175 — do regulamento à primeira cessão.
Como indústrias-âncora usam FIDCs para antecipar pagamentos a fornecedores PME com taxas menores que factoring — mecânica, requisitos e resultados.
O que é securitização, quando usar FIDC versus securitizadora, e como montar uma esteira de cessão que escala — guia para empresas e originadores.
Análise dos componentes de custo de um FIDC contra linhas bancárias de giro — quando a estrutura compensa e como calcular o breakeven.
Como funciona a estrutura de classes de um FIDC — waterfall, dimensionamento de subordinação por estresse de inadimplência e alinhamento de interesses.
Por que precatórios federais negociam com deságio, quais os riscos reais da tese e como uma originação com due diligence jurídica captura esse prêmio.
Vamos estruturar sua operação?
Conte sobre a carteira, o lastro ou a estrutura que você quer montar. Avaliamos a viabilidade e retornamos em até 1 dia útil.