A engenharia do crédito estruturado, explicada
Análises técnicas sobre estruturação de FIDCs, securitização, subordinação e teses de crédito alternativo — escritas por quem monta operações, para quem decide.
Por sacado, cedente e setor — os tetos por classe de cotas sob a CVM 175, por que concentração alta não é sinônimo de risco alto e a concentração oculta que os limites nominais não capturam.
A divisão de responsabilidades entre os prestadores é a real camada de controle do fundo — quem coordena, quem decide o crédito e onde a fraude é (ou não) interceptada sob a CVM 175. Com a indústria rumo a R$ 1 trilhão.
Extraconcursalidade do art. 69-A, garantias sobre o ativo não circulante, desembolso por tranches e controle de caixa — por que o risco dominante é de processo, não de crédito.
A ordem em que despesas, reserva de caixa e cada classe de cota recebem — e como o regime sequencial pós-evento de avaliação blinda a sênior quando a carteira aperta. Com a Selic a 14,25%.
Da originação ao pagamento do cedente — quem responde pela verificação de lastro sob a CVM 175, os limites da amostragem e o que a duplicata escritural muda a partir de 2026.
Como o período de revolvência recicla recebíveis curtos em funding estável — critérios de elegibilidade, verificação de lastro e por que ele é o melhor lugar do mercado para mascarar inadimplência.
Por que pulverizar centenas de cedentes e milhares de sacados é a proteção estrutural do fundo — limites de concentração sob a CVM 175, concentração oculta e o custo da esteira.
Cessão com ou sem coobrigação define quem absorve a inadimplência — e muda o preço das cotas, a subordinação e o balanço do originador. O que a CVM 240/2026 alterou.
Como eventos de avaliação, amortização e liquidação antecipada funcionam como disjuntores que protegem o cotista sênior quando a carteira se deteriora — sob a RCVM 175.
O que muda quando o lastro é judicial, inadimplido ou de empresa em recuperação — e por que a CVM 175 migrou o tratamento do fundo para a classe de cotas.
Etapas, prestadores, custos e prazos para estruturar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios sob a RCVM 175 — do regulamento à primeira cessão.
Como indústrias-âncora usam FIDCs para antecipar pagamentos a fornecedores PME com taxas menores que factoring — mecânica, requisitos e resultados.
O que é securitização, quando usar FIDC versus securitizadora, e como montar uma esteira de cessão que escala — guia para empresas e originadores.
Análise dos componentes de custo de um FIDC contra linhas bancárias de giro — quando a estrutura compensa e como calcular o breakeven.
Como funciona a estrutura de classes de um FIDC — waterfall, dimensionamento de subordinação por estresse de inadimplência e alinhamento de interesses.
Por que precatórios federais negociam com deságio, quais os riscos reais da tese e como uma originação com due diligence jurídica captura esse prêmio.
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